More than words

H e l l o.

Saí de casa a correr para variar um pouco. Felizmente hoje o sol deu um pouco da sua graça, mas o frio esse ainda persiste.

Enquanto tomava o pequeno almoço e esperava a minha Mariii. Que é daquelas que adora ficar até ao último segundo possível na cama. Deparei-me com as infinitas notícias que reportam o estado de um país revirado do avesso. De um país situado bem perto da Turquia. A Síria.

Na Síria encontrávamos cidades e lugares deslumbrantes, cheios de luz, de pé preto e sorriso branco, de mão estendida e de carteira em casa, sendo um dos pontos de referência de viagens para inúmeras pessoas que queriam conhecer por exemplo Damasco ou Aleppo que era uma das mais antigas cidades habitadas no mundo.

A guerra teve início em 2012, foi um país que sofreu bombardeamentos, população massacrada, fugas em massa, inúmeras crianças que perderam a vida, e tantos outros corpos que não foram encontrados.

É redundantemente impossível ficar indiferente a estas notícias, colam-se nos nossos olhos todos os dias. Quer seja nos jornais, na televisão, na internet ou na rádio, pensamos sempre quando nos deparamos com esta catástrofe no porquê de isto estar a acontecer, no porquê de se matarem inocentes, mais uma vez como tantas outras que já aconteceu, não sendo assim um bom método para reivindicar o que tanto querem.

São inúmeros os questionamentos que vamos fazendo para nós mesmos, mas sem resposta possível. A única certeza que temos é que os que lá estão, cidadãos comuns afectados por esta catástrofe, tentam dar o seu melhor para não passar aos seus filhos a preocupação constante e iminente a cada esquina cruzada. Fazem de uma banheira um parque de diversões e entre as mil gargalhadas os mais pequenos não notam a catástrofe que os rodeia e, assim se sobrevive mais um dia.

“You can destroy a country. But you can’t destroy a parent willing to do whatever they can to keep their kids happy – despite the world around them.”

 

Pray for Síria

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Tempo de Luz

H e l l o.

Prepare o coração e sobretudo a vida. Abra os braços mas sobretudo o sorriso. Não perca o foco, e muito menos perca a fé e a esperança que ostenta no peito.

A vida está a mudar, a melhorar digamos até.

É que Deus quando te fecha uma porta, escancara-te um portão, mil janelas e janelinhas por onde tu podes singrar. Pode realmente demorar, mas até essa demora é lição, é aprendizagem e sobretudo para te preparar e para te por à prova.

O que era todos os dias pedido com o coração e com tanta força surgiu. Não bateu à porta, eu fiz questão de lá estar à espera. Foi uma espera de guerras somadas até à batalha final, criando condições para a oportunidade surgir.

O tempo é por vezes tão traiçoeiro quanto relativo. Sabes que o que mais queres está a um passo de o conseguires, mas o tempo teima em não te deixar alcançá-lo. Talvez porque não seja o tempo certo ou oportuno. Talvez porque não tem de ser já e agora como queres e desejas com essa teimosia e resiliência que te caracteriza. Talvez quiçá, porque tens de aguardar, porque tens de ter calma, condições, segurança e aliança para tal e, o tempo esse que por vezes é tão amigo como traiçoeiro e relativo, apenas te dá os sinais que precisas. Que é tempo.

No final depois de uma longa e desgastante espera, de tanto esforço, brio e ousadia, vais reflectir que todo o tempo foi necessário para assim compreenderes melhor o que realmente te esperava, o que realmente era necessário e indispensável, mas sobretudo para perceberes que tudo o que acontece no tempo de Deus chega cheio de perfeição.

Agora, vou relaxar, tomar um café bem forte um wisky e ostentar um sorriso do mesmo tamanho mas com uma luz maior e com um orgulho tremendo.

  Que  sempre saibas quais as batalhas que realmente valem o teu suspiro e dedicação

Um amor que não morre

Hoje decidi partilhar com vocês um amor, mas não é um amor qualquer. Não foge à regra dos outros. Tendo de ser vivido então, intensamente, livremente, com o coração carregado de bondade e sobretudo humildade. Um amor que tal como os outros também tem de ter sacrifício e entenda-se sacrifício como algo que te obriga a dar o teu melhor, a saberes todos os dias mais e mais, para assim poderes servir a causa e não servires-te da causa, como muito acontece por aí, mas isso são outras conversas.

Vou aqui confessar o porquê de eu um dia ter assumido esta missão de heróis. Ter dado tudo por esta causa e me ter apaixonado infinitamente por algo que eu não sabia que ia ser tão importante para mim e que me iria fazer tão feliz.

Um dia, à hora de jantar em casa disse aos meus pais que queria ser bombeira. Eles claro, cientes de todos os riscos que um bombeiro corre, do que está sujeito, das horas mal dormidas, da correria e sobretudo de toda a exigência que impunha usares aquela farda, disseram-me não. Fiquei amuada claro por não ter sido aprovada a minha vontade e sobretudo por me cortarem logo as bases.

Passado um ano, estou a caminho do Porto com o meu pai, mas a viagem nem a meio chegou. A famosa estrada da morte IP4, agora A4, estava em fase de conclusão pelo que apenas havia uma faixa para cada lado, tornando o espaço bem reduzido e sem aquela berma que por todas as estradas existe ate uma valeta. A música que tocava no meu cd que fazia questão de por sempre que entrava no carro era se não estou em erro era qualquer coisa do género “agora eu quero ver levantar a tua mão e tirar o pé do chão, nesta onda de paixão. Pois bem, ironias do destino, levantei uma mão, depois a outra, os pés, sei lá. Em fracção de segundos vi a minha vida a acabar ali. O meu pai ia concentrado na estrada. Parecia pelo menos. Tinha um cigarro na mão. Que eu supus que ele o quisesse fumar e iríamos encostar na estação de serviço, mas não. Passei a estação de serviço e ele não disse nada. Uns 200m à frente começou o meu pesadelo.

O meu pai começou a ter um ataque de epilepsia. O mundo parou naquele momento. Eu perdi a noção do tempo e do espaço. A primeira reacção foi abrir os vidros, por 4 piscas e pegar no telemóvel. Acelerava a fundo pois na minha ideia já estava mais perto de Vila Real. Do outro lado da chamada uma sra do CODU NORTE atendeu a minha chamada, expliquei tudo muito aflita e sem saber o que fazer. Ela pediu que encostasse o quanto antes e assim fiz, mal tive oportunidade. O condutor do carro que vinha na nossa retaguarda apercebeu-se que algo não estava bem, encostou um pouco mais à nossa frente e veio a correr para me auxiliar. Eu comecei a correr na direcção dele pois o CODU pedia-me o km a que estávamos e eu não sabia dar essa informação.

Estava completamente em pânico.

A Brigada de Trânsito nem um minuto demorou a parar atrás de nós, sendo um dos agentes e dar toda a informação necessária acerca da localização ao CODU. Eu com toda a aflição e porque só sabia o básico arrastei o meu pai do carro para o chão, deixando-o voltado para o lado esquerdo. Felizmente e porque estávamos perto, a SIV Mirandela não tardou a chegar para nos auxiliar. Uuuuffff, que alívio quando vemos esses homens e mulheres não é ? Eu na altura, confesso que nada percebia do assunto e só queria que eles levassem o meu pai dali. Fizemos inversão de marcha em direcção a Mirandela pois estávamos apenas a 5min do hospital.

Quando cheguei ao Hospital de Mirandela é que a ficha caiu e comecei a perceber tudo o que se estava a passar. Estava sozinha, não sabia como ligar para casa dando a notícia à minha mãe pois sabia que ela iria ficar super aflita.

Felizmente tudo acabou bem.

Passado 2 meses, cheguei a casa e tal como da outra vez à hora de jantar disse aos meus pais “inscrevi-me nos bombeiros”. O que me aconteceu, fez-me pensar que se a passagem de informação para o CODU e a resposta da SIV não tivessem sido tão rápidas, eu não sei o que poderia ter acontecido.

Então reflecti, “eu também posso ajudar alguém que esteja na mesma situação ou em outras parecidas, necessitando de nós”. E sabem ? Foi sem dúvida a melhor decisão, que tomei em toda a minha vida. A minha corporação, Bombeiros Voluntários de Bragança sempre será a minha segunda família. Considero-me uma sortuda por lidar com profissionais de excelência, pessoas com diversos feitios e ideais, mas ali aprendemos a lidar com todas as situações de socorro como também com as diferenças de um ser humano, formando assim um só que dá origem a uma equipa incrível de homens e mulheres que lutam pela mesma causa.

Hoje resta-me sentir um orgulho tamanho pela farda, pela luz que apareceu na minha vida e sobretudo agradecer aos meus colegas. Foram eles os responsáveis por toda a minha aprendizagem e crescimento com aquela farda.

Um bem haja a todos quantos vestem a farda de bombeiros e a sabem HONRAR.

Resto

H e l l o.

Hoje queria partilhar com vocês algo abstrato. Que cada um poderá tirar as próprias conclusões.

Vou falar-vos do resto. O resto que pode ser qualquer coisa ou pessoa que tu aches que é apenas o resto. O resto que não te soma. Que não te traz felicidade ou qualquer tipo de benefício. E entendam benefício como aquele resto com que não aprendes, que não te soma em atitudes positivas ou comportamentos melhores, não contribuindo em nada para o teu crescimento pessoal. Aquele resto que julga que pode ter ou ser, mas que não tem e tão pouco sabe ser. Tão pouco sabe ser gente, útil ou necessário. Resumindo-se apenas ao resto.

Na sociedade em que vivemos deparamo-nos com muito dedo na cara e pouco olho no olho, com demasiado nariz a tocar no céu e pouco pé no chão. Hoje nesta sociedade não sobram julgamentos, mas falta imensa verdade nas palavras e ainda mais nas atitudes e na ladaínha que vão soltando aos 7 ventos.

Deparamo-nos com imenso salto alto em rés do chão e muito pé descalço com palácio entre os olhos. Muita unha envernizada chorada e mãos sujas muito mais dignas ainda!!

E o resto sempre será o resto…independentemente do que foi ou do que seja!!!

Orgulhosamente

Antes de mais deixai-me que vos diga que nunca em momento algum nos devemos esquecer das nossas raízes, de onde nascemos e fomos criados e se há algo que me deixa o coração a palpitar a cada notícia e a cada publicação fotográfica é a minha querida cidade natal, Bragança.

Partilho hoje com vocês esta imagem tirada hoje pela manhã pelo nosso mui conhecido e amigo Fernando Nunes que pertence à equipa da SIC de Bragança.

Estou com o coração  do tamanho de uma ervilha.

As recordações destes dias com nevões são imensas. Reivindicávamos todos os dias por acordar cedo para ir para a escola, mas nesses dias, a escola fechava e nós não ficávamos nem mais um segundo na cama depois dos nossos pais carinhosamente irem junto a nós à cama informar-nos que podíamos dormir que não havia escola. Agrupávamos e seguíamos em bando fazendo bonecos de neve por todo o lado, mini muros de protecção para se iniciar a famosa pelotada em que não havia equipas e era proibido defenderes alguém. Cada um por si na pelotada era a regra número um. Contudo, não nos podíamos descuidar com as horas, pois nesses dias os nossos pais com um bocado de sorte também ficavam em casa impossibilitados de chegarem ao local de trabalho e enquanto nos enroscavam o cachecol e apertavam bem o casaco liam-nos o reportório como em todas as outras vezes, para ter cuidado com as brincadeiras, para quando estivesse molhada ir trocar de roupa senão iria ficar doente entre todas as outras recomendações que pouco ouvíamos pois a vontade de sair a correr porta fora era bem maior.

Estes dias são guardados no coração de todos nós.

Até podemos ter nascido e vivido no interior, ficando longe dos grandes centros urbanos, das grandes praias e de imensas lojas incríveis, mas E DAÍ ????? Queres saber? Nós somos bem felizes, não temos praia não, mas temos mil rios e cascatas à nossa disposição e, sinceramente para que iríamos querer nós uma praia no inverno se é só no verão que podes desfrutar dela? A menos que sejas surfistas ou que pratiques qualquer outro tipo de desporto, mas ainda assim, nós preferimos o interior, lá temos desportos de inverno e inventamos outros tantos, sabiam? Quando neva vamos à procura da melhor descida, enfiamo-nos dentro de sacos do lixo bem fortes e vamos por lá baixo fazendo o que nós chamamos de Sku, que é bem mais divertido por sinal que o Ski que todos conhecem. Não temos as lojas incríveis que vocês têm, mas também temos algumas que gostamos e ainda assim preferimos não ter essas lojas todas da moda na nossa cidade pois assim não temos muita confusão nas nossas ruas, tornando assim a nossa cidade uma excelente ideia para morar e viver com uma qualidade de vida acima da média (estudos comprovam). Também não temos esses bares da praia para ires tomar uma cerveja e comer uns caracóis ao fim do dia, mas posso-te garantir que as bifanas do FF às 6h da manhã, levares o merendeiro (como se diz lá no interior) para a Barragem de Castanheira ou ires até ao Azibo, é bem melhor que todo e qualquer bar de praia apinhado.

Aaaaah e deixem-me que vos diga também que nós sabemos de onde vem o ovo, nós temos o melhor fumeiro, a melhor comido e sobretudo o melhor vinho. Sem falar do vinho do Porto claro, mas até esse está no norte. Nós temos costumes/tradições bem presentes na nossa vida e sabemos também de onde vem a carne, a couve, o tomate e tudo o que nos põem no prato, pois lá no interior temos imensos animais . Alguns de duas patas também, não podíamos ser de excelência em tudo kkkkk

Para finalizar frisar que este post não foi de todo uma crítica ou querer ferir os que se encontram abaixo do norte e que tal como eu são orgulhosos das suas raízes. Apenas quero expressar que sou orgulhosamente orgulhosa das minhas raízes, mas também não me esqueço do resto de portugal que tantas outras coisas óptimas tem e que nos deliciam, mas o norte é algo que me fascina e apaixona a todo o instante.

 

Kiko & Flormar !!!

H e l l o.

Vou começar por vos apresentar a base Kiko que eu adoro e o meu Batom da Flormar.

São produtos completamente indispensáveis no meu necessaire para todo e qualquer lugar que vá.

A base Kiko é fenomenal, convém que se esbata muito bem antes da aplicação pois espalha muito bem na pele e assim consegue-se um efeito mais natural da pele. Dura numa média de 10h, sinto-me muito bem durante o dia com ela.

O batom da Flormar Silk Matte de longa duração é uma excelente opção quer para o dia a dia, quer para ocasiões especiais. Sabemos que esta cor “Biringela” (como as morceguinhas teimam em lhe chamar) é uma cor forte e que combina tão bem com tons de pele clara como com os mais escuros, o que faz com que seja uma óptima opção para todas as mulheres, realçando assim os seus lábios todo o dia.

Espero que adorem e desfrutem destes produtos maravilhosos, girls !!!

Stay Strong Little Girl

Vai sempre existir alguém que venha para te criticar, quem se esforce por te derrubar, quem fique feliz com a tua tristeza, quem desdobre a mente em mil e um estratagema para te ver para baixo.
Desistir por causa do que os outros pensam, dizem ou esperam de ti? Não. Não pode fazer parte dos teus planos, tão pouco ocupar a tua mente por um segundo que seja, e desistir do que tanto pedes e queres com o coração também não é opção.
O ruído dos que especulam à tua volta vai sempre existir, pois em pessoas de poucos valores e princípios a única coisa que é grande é a língua, mas cabe a ti esquecê-lo ou aprender a viver com ele, pois a mediocridade dos outros nunca te poderá afectar.
Na vida, bem sabemos que não é o mais forte nem o mais inteligente que sobrevive, mas aquele que melhor se adapta às mudanças e às circunstâncias. Cabe a nós ter esse skill de nos moldarmos consoante as adversidades para assim vingarmos. 

Baixar os braços não é a solução.